
Viver em negação é sem dúvida um dos geradores mais eficazes para desenvolver os argumentos mais criativos, absurdos e para quem tiver sentido de humor, até podem ser bastante divertidos! Talvez esta seja a única perspectiva alegre de olhar para a construção de enredos que sustentam as ilusões de vidas que insistem em não interiorizar a nudez da realidade.
Temos o caso daquelas pessoas que insistem que estão de regime alimentar, são capazes de afirmar convictamente que só almoçaram um peixinho grelhado… minutos depois lá deixam escapar que também acompanharam o peixinho com umas “batatinhas”, uns brócolos, um fiozinho de azeite, só um copo de vinho e um donuts light para sobremesa!!!
Com um almoço tão saudável, não faz mal nenhum lanchar uma cola light, 3 torradas integrais com geleia light e um “quadradinho” de chocolate para diabéticos!
Ao jantar vai uma, não duas fatias de pizza vegetariana e uma batido de chocolate para emagrecer!!! Ao deitar besuntam-se no creme adelgaçante que custou uma fortuna na esperança que resulte…
Os “rejeitados” por exemplo, insistem em viver na ilusão de que um dia, (nem que seja perto da hora da morte), aquela pessoa que os abandonou lhes vai pedir perdão e explicar porque é que lhes causou tanta mágoa e angústia!
Em princípio isso nunca vai acontecer, porque muitas vezes as pessoas nem se dão conta do quanto nos ferem, (também não têm que adivinhar os nossos traumas) e quando nos ferem propositadamente é porque são do género azedo, logo nunca hão-de admitir o que quer que seja!
Outras até enveredam pelo esoterismo ou simpatias para “amarrarem” a pessoa “querida”! Porquê “querida” se causou tanta mágoa? Que gozo pode sentir quem vive o resto da vida a pensar que aquela pessoa está ali por causa de um qualquer feitiço e não por causa do amor e respeito que sente por si? Nunca vai saber, nunca vai respirar de alívio, enquanto não largar o “conto de fadas”, “os príncipes e as donzelas” com finais arrebatadores…
Dentro de nós existe toda a força que necessitamos para enfrentar a realidade, seleccionar as companhias e aceitar um “engano”. Amarrado está quem pensa que amarra, por ainda não ter percebido que a sua vida é suficientemente valiosa para ser apreciada por alguém.
Temos o caso daquelas pessoas que insistem que estão de regime alimentar, são capazes de afirmar convictamente que só almoçaram um peixinho grelhado… minutos depois lá deixam escapar que também acompanharam o peixinho com umas “batatinhas”, uns brócolos, um fiozinho de azeite, só um copo de vinho e um donuts light para sobremesa!!!
Com um almoço tão saudável, não faz mal nenhum lanchar uma cola light, 3 torradas integrais com geleia light e um “quadradinho” de chocolate para diabéticos!
Ao jantar vai uma, não duas fatias de pizza vegetariana e uma batido de chocolate para emagrecer!!! Ao deitar besuntam-se no creme adelgaçante que custou uma fortuna na esperança que resulte…
Os “rejeitados” por exemplo, insistem em viver na ilusão de que um dia, (nem que seja perto da hora da morte), aquela pessoa que os abandonou lhes vai pedir perdão e explicar porque é que lhes causou tanta mágoa e angústia!
Em princípio isso nunca vai acontecer, porque muitas vezes as pessoas nem se dão conta do quanto nos ferem, (também não têm que adivinhar os nossos traumas) e quando nos ferem propositadamente é porque são do género azedo, logo nunca hão-de admitir o que quer que seja!
Outras até enveredam pelo esoterismo ou simpatias para “amarrarem” a pessoa “querida”! Porquê “querida” se causou tanta mágoa? Que gozo pode sentir quem vive o resto da vida a pensar que aquela pessoa está ali por causa de um qualquer feitiço e não por causa do amor e respeito que sente por si? Nunca vai saber, nunca vai respirar de alívio, enquanto não largar o “conto de fadas”, “os príncipes e as donzelas” com finais arrebatadores…
Dentro de nós existe toda a força que necessitamos para enfrentar a realidade, seleccionar as companhias e aceitar um “engano”. Amarrado está quem pensa que amarra, por ainda não ter percebido que a sua vida é suficientemente valiosa para ser apreciada por alguém.
2 comentários:
Ao ler o teu pensamento, fiquei a questionar me do porquê, da escolha de se viver em negação. Muitas vezes, essa vivência existe principalmente quando deveríamos estar mais lúcidos da realidade que queremos e merecemos.
Amei esta tua frase..."Os “rejeitados” por exemplo, insistem em viver na ilusão de que um dia, (nem que seja perto da hora da morte), aquela pessoa que os abandonou lhes vai pedir perdão e explicar porque é que lhes causou tanta mágoa e angústia!..." é mais fácil, viver na ilusão de que somos amados ... do que aceitar que fomos rejeitados e esquecidos por quem desejávamos ser acarinhados e amparados ... mas para quê? para quê acreditar nesta ilusão? acho que se resume à necessidade que o ser humano sente em ser amado e desejado por todos aqueles que ele próprio ama e deseja. Os nossos sentimentos, desejos ou necessidades parte sempre ao encontro da necessidade que temos em partilhar a nossa existência com quem nos rodeia, seja marido, amante, pai, filho, amigo ou ate mesmo o desconhecido.
É difícil viver a vida como queremos e merecemos, mas deveria ser tão fácil por ser única e inigualável.
Adoro te meu Amigo...
Sandra Torres
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