Miguel Sousa Tavares voltou à antena das generalistas com um programa em nome próprio que, a julgar pela primeira emissão, combina o comentário e a entrevista, num formato um pouco incomum entre nós mas que tem aí uma das suas grandes forças, sobretudo quando sabemos que o homem tem as suas opiniões e, como diz o povo, não manda dizer por ninguém.
Não fazendo a coisa por menos, José Sócrates foi o primeiro convidado de Sinais de Fogo e foi muito bom ver que, finalmente, tivemos uma entrevista ao primeiro-ministro que insistiu nas perguntas difíceis, no estilo directo mas leal a que o jurista, jornalista e escritor nos habituou, e que, aqui entre nós, anda a fazer bastante falta.
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